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        "PESQUISA SOBRE A A PRIMEIRA IGREJA CATÓLICA

DE BOMBINHAS"

 

           Entre  Bombas e Bombinhas ,próximo a praia do Rebelo ,encontrava-se a capela de Nossa Senhora da Conceição. O terreno para que fosse iniciada sua construção foi doado por uma senhora muito humilde ,que chamava-se Maria Menegilda.

         Por volta de 1913 foi que começou  a ser construída ,e contou com a parceria das comunidades de Bombinhas e Bombas. Os materiais para a obra eram levados de carro-de-boi. Os tijolos foram fabricados em uma pequena olaria que havia em Bombinhas na época. Até mesmo as crianças ajudavam a carregar os tijolos até o morro da igreja, as duas comunidades arrecadavam prendas e dinheiro para que a obra fosse concluída. O sino da capela foi doado por Amâncio Vieira Rebelo em 1923, a inauguração da capela se deu em 1928.

          Em 1954 foi fundado o primeiro Apostolado da Oração por Dona Maria Altiva. Quando a mesma  adquiriu residência em Porto Belo no ano de 1971 o Apostolado foi extinto. A santa padroeira das duas comunidades na época era Nossa Senhora da    Conceição , que foi doada pela senhora Maria Pinheiro em 1928. A respeito desta

 imagem conta-se que foi roubada e após muitos apelos feitos por toda a região foi encontrada embrulhada em papel de jornal sobre a Pedra Descansa Defunto em Bombas, só que encontrava-se sem suas peças de valor. Além de Nossa Senhora da Conceição , também havia as imagens de Nossa Senhora dos Navegantes e de Santo Antônio, ambas doadas pelo senhor Lavina Joaquim Matias.

          A pequena capela teve de ser reformada em 1930, pois foi atingida por um raio que destruiu parte de sua torre. Em1952 sofreu novos danos em virtude de uma forte tempestade, tendo de ser concertada novamente. E finalmente em 1968 foi muito danificada por fortes raios que queimaram até uma imagem da Virgem; por causa de todas as dificuldades com as tempestades ,e que a população das duas comunidades decidiu fazer cada uma a sua própria capela.

           Atualmente encontramos somente partes da torre da capelinha, pois todo o restante foi destruído por supostos caçadores de tesouro que acreditavam haver fortuna enterrada naquele local.

 

Pesquisadora: Sueli Mafra.

Contribuição: Julieta Carolina Leal, Maria Altiva, Erondina(D. Aronda), José A. da Silva Júnior e Manuel Laurentino Pinheiro. Abril de 1995.

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